quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Onde estou?

O melhor lugar do mundo é aqui ... ,

talvez ali onde estarei daqui um pouco,

e, oque estou esperando ...

fui.

Assim, eu vou,

ziguezagueando como uma abelha,

Entre flores e os espaços de um jardim.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Feliz Natal gaudério!!!

MAS BAH! TUDO DE BOM PRA TI!!!!



Tchê, numa dessas tardes em que o sol tava se indo embora, e eu no meu matear solito, comecei a pensar. Estamos botando mais uma marca na existência da vida. Então decidi que deveria mandar uma tropilha de palavras pra ti, assim, poderia dividir com meus amigos, esses devaneios de saudades desse tempo que já se foi, pois já estamos no fim dessa etapa chamada de 2010. Nisso me lembrei dessa tal de INTERNETCHE, achei que seria fácil, era só camperiar por alguns SITES e já de pronto acharia o que estava por campear. Me deparei com muita coisa da buena, mas nada daquilo que eu queria te dizer, pois descobri que não havia ali as palavras puras que minha xucra alma sente para falar contigo. Por isso vivente te digo, com esse meu jeitão rude, que fiz tudo que pude.Pra te dizer o que minha alma sente, queria ter te encontrado todos os dias, ter te dito, buenos dias, buenas tarde, buenas noite e tudo mais, mas, talvez nos vimos tão depressa, no afazer das nossas tarefas, que nem isso aconteceu, pois o ano recém nasceu, e já está para acabar. Mas peço ao Tropeiro do Universo, sim, Ele que tudo pode, que nos traga sentimentos nobres, de amor e amizade. Que tenhas lembranças boas, por tudo que te aconteceu. Que o Guri que nesta data nasceu, nos ilumine todos os dias. Que renasça a alegria, para quem a perdeu. Que se acaso não te aconteceu, tudo aquilo que queria, que não percas a alegria, o entusiasmo e a coragem, a vida é uma viagem, mas é nós que escolhemos o caminho. Espere mais um pouquinho, e tudo vai acontecer. Um novo ano vai nascer, deposite nele tua esperança, quem espera sempre alcança, diz o velho ditado.
Então, te desejo parceiro, amigo junto com tua gente, um Novo Ano maravilhoso, de conquistas, alegrias, saúde, muiiiiiita saúde, paz e realizações. Mas para que tudo aconteça, antes, se agarre na proteção do céu, agradecendo ao Pai Soberano, pois assim a cada ano, será feliz o teu viver, e em cada amanhecer,
Será como um NOVO ANO !!! Feliz Natal!!! E um baaaaaaaita 2011, TRI feliz!!!! Arildo

domingo, 12 de dezembro de 2010

IDOSO


Senhores Vereadores

Sapucaia do Sul, 12 de dezembro de 2010

CREDENCIAL PARA ESTACIONAMENTO PREFERENCIAL DO IDOSO

Estou a solicitar um direito previsto na RESOLUÇÃO 303 DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008 em que o CONTRAN, usando da competência que lhe confere o artigo 12, inciso I da Lei 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro - CTB e conforme Decreto nº 4.711 de 29 de maio de 2003.
Conforme respostas dos órgãos municipais a nossa cidade ainda não está integrada ao Sistema Nacional de Transito, conseqüentemente, não consigo obter a credencial que dá preferência para estacionamento, em vagas destinadas às pessoas idosas.
Não se justifica o argumento de não emitir a credencial, porque as demarcações ainda não foram feitas em pontos públicos de Sapucaia do Sul. - A emissão da credencial é de obrigatoriedade do município onde o idoso reside, mas, sua utilização é para o território nacional.
Sapucaia está cercada por municípios que estão atendendo este direito e, muito bem. Espero que nossos administradores públicos se sensibilizem e providenciem a emissão deste documento o mais breve possível. Mesmo porque, é lei.


Rodolfo Klafke

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Indignação com a SKY

Srs.
Estou me sentindo enganado pela sky e, gostaria que vcs me revertessem isso.
Atraído por um plano melhor com HD resolvi trocar de plano. Foi aí que começou meu pesadelo, passei a receber dois débitos o anterior e o novo plano, totalizando R$378,60.
Através dos telefones de atendimento, não consegui convencer os atendentes que algo está errado e mais na última ligação que fiz hoje não consegui nem o protocolo, pois me antecipei e falei que queria que me enviassem a gravação pois é de meu direito solicitá-la.
Por um erro de dupla cobrança insistente fico a vontade para cancelar o contrato com vcs, mesmo porque estou moralmente abalado, nervoso, com desprazer de fazer uso da SKY, impotente por não conseguir reverter um erro, que os atendentes atribuem a mim, e que na realidade é da SKY pois no momento da nova instalação liguei e a atendente me informou que em até 30 dias pegariam o aparelho e o controle antigo. (que não fizeram até o momento)
Em 17/03 a SKY instalou o HD relativo ao novo plano e desconectou o aparelho relativo ao plano anterior, isso já deveria ser suficiente para o cancelamento, visto que só quem faz conecções, instalações e remoções dos cabos e aparelhos é a assistência técnica da SKY. Perguntei o que fazer com o aparelho desconectado (que a SKY desativou) obtendo a informação que deveria ligar para 106-11 solicitar o cancelamento do plano. Assim eu fiz . Para minha decepção, após um mês, veio a conta de dois planos.
E, o que é mais lamentável, não tenho mais a quem recorrer na empresa, já falei com todos os telefones ao meu alcançe, não me acostumo com o "desligar disfarçado" dos atendententes que dizem que vão transferir as ligações e bip...bip...bip... Uma ligação que me deu esperança hoje, foi que a transferência ocorreu, mas a segunda atendente educadamente me descartou e me disse que não podia dar o nº de protocolo pois isso só poderia ser feito pela primeira atendente.
Deu-me a impressão, quando solicitei o cancelamento, que o atendente ficou numa situação desconfortável, até entendo que deve sofrer pressões para evitar cancelamentos de plano, isso reduz faturamento, mas as dificuldades colocadas em nada contribuem para um relacionamento saudável entre cliente e empresa.
Aguardo retorno,
Rodolfo

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Arroio José Joaquim

O vice-presidente de Atendimento e Distribuição da Caixa, Paulo Borges, esteveve em Sapucaia do Sul em 13 de novembro de 2009, para a assinatura do contrato que liberou recursos para a obra de revitalização do Arroio José Joaquim. A assinatura ocorreu no auditório da Prefeitura. Após a assinatura, o município ficou liberado para dar início no processo de licitação da obra. Foram R$ 21,03 milhões divididos em duas etapas e, as obras, ficaram com previsão de começarem em março.
Poque não começou ainda não consegui entender, gostaria de saber, o tempo ajudou...

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Quatro irmãs - Biografia

Recém vindo de São João de Camaquã, José Theodoro Pereira, (1893 -1895: revolta federalista no Rio Grande do Sul)
assume a função de chefe de polícia da Villa de Santa Bárbara da Encruzilhada, distrito de Rio Pardo, graças a um bom relacionamento com a população local.

Tinha um compromisso, o de acabar com as tocaias promovidas por bandidos nos caminhos de Encruzilhada, compromisso esse que honrou, com a prisão do mais temido bandido da época. Este dormia na casa de uma amante que, ela, em combinação com o Theodoro, o avisou da sua presença. Theodoro foi efetuar a prisão do salteador sozinho, apesar de um de seus soldados ficar na espreita por solicitação dele. Quando abordou o indivíduo, que dormia com os pés para a porta, manifestou um princípio de reação querendo pegar a espada pendurada na cabeceira da cama mas, rendeu-se diante do revolver da autoridade. O caso ficou conhecido na vila como o bandido de cuecas, porque Theodoro nem sequer, deixou-o vestir as bombachas, o conduzindo desta forma para a cadeia. (Gumercindo ao lado de Aparício, ambos ao centro, na Revolução Federalista 1894)
Sentado junto aos degraus da entrada da cadeia, ficava, diariamente, (+-1894) a esperar a passagem de uma jovem estudante que a ele lançava olhares agradáveis aos seus sentimentos de homem solteiro. A aproximação entre os dois foi decisiva para começarem uma estória de amor que frutificou em vários filhos, dentre eles 4 irmãs, que muito deu o que falar.
Imagine, Maria Amabilia Rodrigues, que estudou bastante para a época, casando com um caboclo, de fala fina quando ficava brabo e que nunca frequentou escola, não teve uma boa aceitação de seus pais, tanto que, mais tarde, as terras que recebeu de herança eram direcionadas aos filhos com usufruto da Amabilia.
Nasce Dulce Brasilina Pereira a Dedé em 3 de fevereiro 1895.
Com a chegada do novo delegado enviado de Porto Alegre que veio para substituí-lo, Theodoro foi trabalhar na companhia Locomotora Encruzilhadense, diligência que fazia a troca de correspondências e passageiros entre a vila e a cidade de Rio Pardo. Diligência de tração a quatro cavalos andava a uma velocidade média de 16 km/h e os cavalos eram trocados em Pântano Grande numa estalagem junto ao importante cruzamento. Um caso que mostrou um pouco da sua personalidade foi o de atender a encomenda de um cavalo para o padre de Encruzilhada, ficou em falta a “marca” para o animal, esta dava credibilidade à origem do cavalo. Toda vez que Theodoro chegava a cidade em sua diligência, lá vinha o padre cobrar-lhe a tal “marca”. Cansado de tanto esquecimento do pedido do padre, o Theodoro, num rompante desabafo, tremendo o queixo, disse: “Já que queres tanto esta marca, levante a cola do cavalo que lá a encontrará!”
Por volta de 1897 nasce a segunda filha de meus bisavós, Olinda Pereira,
Nasce Aristeu Pereira em aproximadamente 1899.
Nasce Ondina Pereira em aproximadamente 1900.
Nasce Eraclides Pereira.
Nasce Lauro Pereira em aproximadamente 1905.
Nasce Bárbara Glací Pereira 25 setembro 1909, nome Bárbara recebido em homenagem a Santa que emprestava o nome a vila.
Com os filhos já crescidos (+-1918), a família, foi morar na fazenda das Pederneiras localizada perto da estação de Pederneiras, antiga estação de trem que foi inaugurada em 1883 para atender esta importante fazenda da região. A estrada de ferro que era linha tronco da VFRGS se estendia até Uruguaiana.
A fazenda que pertenceu a Inocêncio Veloso Pederneiras, falecido em 1891, tinha uma grande estrutura com muito trabalho, a Amabilia que alem de coordenar os trabalhos das empregadas da casa também alfabetizava as crianças. Os homens foram trabalhar na roça.
Olinda, que desde pequena era chamada de Olindinha, conheceu o Faustino Batista, homem da roça, com quem se casou e não tendo filhos biológicos o casal adotou quatro crianças, um casal de sobrinhos órfãos da irmã de Faustino e outro casal de crianças da raça negra.
A Dulce foi estudar em Porto Alegre onde cursou odontologia.
Ondina conheceu o Adão Mohr originário de Caçapava do Sul e formaram uma família com seis filhos, sendo que cinco nasceram em Encruzilhada e a mais nova em Canoas. Os três filhos homens faleceram em Canoas.
Adão era construtor, um pedreiro muito criativo, tinha facilidades para adestrar animais e criou coelhos em galerias de tijolos em baixo da terra. Tinha também habilidades com baralho de cartas em que fazia mágicas com ilusionismos. Certa vez impressionou o sobrinho Ramão com os comandos dados a um petiço em que o bicho respondia sim ou não, movimentando a cabeça após as perguntas efetuadas pelo Adão. Também, ensinou um cachorro a tomar o chapéu de pessoas que ele enticava, como uma forma de zombaria.
Vindo de Rincão Del-Rei para Encruzilhada, em 1923, Rodolfo Albino Klafke montou uma alfaiataria na vila, pois na localidade não havia outra, participava de uma banda com instrumento de sopro, talvez sax. Deixou para traz, em Rincão Del-Rei, pai, mãe e irmãos que lá tinham uma serraria e se distanciaram nos contatos. Neste ano, no estado do rio Grande do Sul, tivemos uma revolução em que Chimangos e Maragatos se confrontaram por onze meses. A população se dividia entre simpatizantes de um ou outro lado do conflito e, se mostravam, pela cor do lenço usado no pescoço.
O Rodolfo, tratado pelos próximos como “Alemão”, casou com a Bárbara Glací Pereira, “Bibinha”, ele quatorze anos mais velho que a jovem esposa deu início a uma prole de 12 filhos, seriam 13 se o primeiro não fosse natimorto. Este primeiro, ao nascer, deixou revolta na cabeça da irmã mais velha, a Dedé, então com 32 anos, bem aculturada, não aceitou as manhas da parturiente que levou para a cama natalina o papagaio e o gato de estimação para consolá-la das dores do parto. No segundo parto, o do Ramão, a Dedé foi enérgica com a Bibinha e não deixou as manhas correrem soltas, dando prioridades ao bebê que estava vindo ao mundo, com isso, em que tudo correu bem, o reconhecimento do casal foi o convite a Dedé para ser madrinha de batismo do recém nascido. De par com a Dedé o padrinho do Ramão foi o Memé, primo da Dedé e, por serem solteiros, houve incentivos sutis para que os dois namorassem, o que não se criou. Memé muito “pão-duro” deu um presente somente, para o afilhado, que em um dia, incentivado pela Bibinha esteve em seu armazém para umas comprinhas e se fazer lembrar para o padrinho que era véspera de Páscoa, ganhou uma cestinha de açúcar colorido, aquela do tamanho de um ovo de galinha que vinha enrolada em papel celofane. Acho, que esses tipos de cestinha existem até hoje, este, foi o único reconhecimento de padrinho para com o afilhado.
Na infância dos filhos da Bibinha, Encruzilhada não tinha água encanada, a água era buscada na Fonte do Pedroso que ficava a uns 100 metros aos fundos da casa, lá também se abasteciam os pipeiros ou aguadeiros que vendiam a água pela cidade em suas pipas puxadas a burros.
Dizia o poeta: “quem bebeu desta fonte, daqui não sai mais não, e quem não pode ficar, guarda a serra no coração”.
Acreditava-se também que beber a água da fonte, para as moças solteiras, logo encontrariam o casamento.
Disse-me o Ramão que a nascente que abastecia a cacimba ficava em um emaranhado de “unhas-de-gato” que daí a água era conduzida por um duto de tijolos, cobertos, para a fonte, esta, tinha uma torneira, que ficava normalmente aberta e despejava em uma cuba no chão que transbordava por um rasgo indo o excedente para um banhado.
A Dulce atuando como dentista nas fazendas da região estava se realizando financeiramente e, solteira, empregava o dinheiro em bens que beneficiavam a mãe, irmãs e irmãos. Na rua Cel Teodoro Pereira, a Dedé adquiriu um terreno que construiu três casas, uma ao lado da outra, da direita para a esquerda, a primeira para si, no meio para a Bibinha que já tinha filhos e a terceira para a mãe que era viúva. Entre a casa da mãe e a da Bibinha tinha uma fração de aproximadamente 8 metros de terreno livre. A Amabilia, como boa avó que era, assumiu para si a criação do Ramão, então com 7 anos (1934), pois tinha renda própria proveniente do arrendamento das terras herdadas de seu pai, em usufruto, que lhe rendiam 900 mil reis (900$000) anuais. Como referência, o salário mínimo mensal, para os estados mais pobres, que foi instituído em 1938 era de 90 mil reis mensais (90$000).
A Dedé seguia atendendo os serviços dentários percorrendo as fazendas entre Encruzilhada e Caçapava que para isso adquiriu um Ford T, conhecido como Ford Bigode devido ao formato das duas alavancas dispostas à esquerda e a direita do volante. Não sabendo dirigir, era auxiliada por alguns conhecidos, que sabendo dirigir, a conduzia no atendimento aos seus pacientes. O fim do Ford Bigode foi a troca dele por uma “ponta de gado”, mais ou menos 30 terneiros que foram colocados nas terras da mãe.
Nestes tempos, a Dedé foi morar em Caçapava onde montou um gabinete de dentista (era assim chamado os consultórios odontológicos) e morar no mesmo prédio aos fundos. Dedé conheceu Alcides Ilha Fonseca, natural de Dom Pedrito, então, escrivão da Coletoria Federal que morava quase em frente a sua casa, ao lado do cinema (antes do cinema Lux). O conhecimento se deu através da sua esposa que necessitou dos préstimos odontológicos da Dedé. Com a viuvez do Alcides, ele veio a interessar-se pela dentista que aceitou casar com ele em 1937. Dedé, ficou grávida da sua primeira e única filha com 39 anos e, a Amabília, foi a Caçapava para ajudá-la na gestação e o parto da filha. Como o Ramão era inseparável da avó, foi junto morar em Caçapava na casa da sua madrinha, ficaram por lá até a mudança da Dedé e do Alcides para Caí (desde 1938 o município de São Sebastião do Cahí passou a se chamar Caí retornando ao nome anterior em 1958). Alcides foi promovido a Coletor Federal de Caí assumindo a vaga de seu antecessor que havia falecido. A nomeação foi feita pelo então Presidente da República Getulio Vargas.
Em 1945, quando a Lurdinha, filha do casal, tinha 7 anos o Alcides faleceu de enfarto, tomando banho. Cabe registrar, com a sua morte súbita, o interventor que veio o substituir, encontrou a documentação impecavelmente organizada e sem pendências que, com isso, deixou uma imagem de um homem exemplar para a Coletoria.
Com a viuvez da Dedé a Amabilia foi novamente morar com a filha e, novamente o Ramão foi junto. Em pouco tempo mudaram-se para Esteio, na hoje, Av. Presidente Vargas e, o Ramão foi servir à pátria no quartel 19RI de São Leopoldo entre 1947 e 1948. Recém dado baixa do quartel, o Ramão perde a avó em 1949 entristecendo ele, a madrinha e a neta que moravam juntos. Ramão, usando o “fumo-de-luto”, assim se chamavam a tarja preta colocada na manga da camisa, simbolizando perda de ente querido, conhece a Eriga Koch em São Leopoldo, nas idas e vindas na rua Grande.

Jornal "A Federação" - 21 de novembro de 1918.
Descrição:
Em Caçapava
Está grassando na cidade a gripe epidemica (Influenza espanhola), da qual tendo aparecido o primeiro caso na semana passada tem-se propagado rapidamente, felizmente de fórma muito benigna.
Ha na cidade mais de cincoenta casos, cujos moradores  estão atacados de influenza. 
Alguns dos grippados, porém, já se acham em vias de franco restabelecimento.
Em diversos pontos do municipio têm apparecido casos de influenza.
O coronel Balthazar de Bem e Canto, intendente do municipio, com o fim de evitar a maior difusão da epidemia, resolveu instituir as visitas  domiciliares para ser feita a inspeção relativa as limpezas dos pateos e quintaes. Ficará esse serviço a cargo dos empregados municipais srs. Valeriano Rodrigues Teixeira, Alcides Ilha da Fonseca, Alcides de Oliveira e João francisco de Souza.
Foi publicado um boletim da Intendência Municipal avisando a população da pratica daquella providencia e concitando os habitantes a auxiliarem a acção do governo municipal.






sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Liderança na América Latina

O nosso país está levando sorte em relação a maré de populismo que está se abatendo sobre a América Latina. Chaves, “O bolivariano”, tem influenciado alguns líderes de governos e sindicalistas ávidos por poder a qualquer custo. A trajetória percorrida até o momento, pelo mandatário venezuelano, faz lembrar o acesso de Hitler ao poder em que foi através da democracia que ele conquistou poder suficiente para alterar a constituição e ganhar vitaliciedade no mando do seu país. Claro que para isso precisou amordaçar a imprensa e, Chaves, não está fazendo diferente. No Brasil, a influência bolivariana fica restrita a poucos simpatizantes não declarados de segundo escalão, por serem inseguros e vacilantes, só se declaram indiretamente.Já dá pra definir que o avanço da ideologia “bolivariana”, que pouco tem haver com Simón Bolívar, esbarrou nas aspirações do presidente Lula que, está mais bem sucedido em sua política externa de liderança neste lado da América. Veja, as afrouxadas dadas nos impasses com a Bolívia, Equador e Paraguai, o que traz de simpatias ao Presidente Lula, nestes paises, ocasionando prejuízos a empresas brasileiras e lucros a empresas do outro lado das nossas fronteiras. O lado bom disso é que o Brasil ganha liderança em relação a Hugo Chaves, que também faz cortesias com dinheiro publico, tentando levar adiante seu claro objetivo de trazer de volta a Gran-Colombia. Como dito no início, estamos levando sorte, sorte pela personalidade democrática do nosso presidente, que se fosse seduzido pela popularidade que tem, mais a ala esquerdista existente no seu e outros partidos que lhe apóiam poderia aderir a campanha do 3º mandato, o que não o fez, não por seu desapego ao poder, mas acho sim, por considerar o “chavismo” ultrapassado.