domingo, 27 de fevereiro de 2011

ACHO que censura nunca mais!

“A multiplicidade de pontos de vista, a abordagem investigativa e sem preconceitos dos grandes temas de interesse nacional constituem requisitos indispensáveis para o pleno usufruto da democracia, mesmo quando são irritantes, mesmo quando nos afetam, mesmo quando nos atingem. E o amadurecimento da consciência cívica da nossa sociedade faz com que nós tenhamos a obrigação de conviver de forma civilizada com as diferenças de opinião, de crença e de propostas”.

Dilma Russef, Presidente da República do Brasil.

Que os "políticos" do nosso município mirem-se neste exemplo, a DEMOCRACIA agradece.
Seb. Miguel de Sousa
Técnico de Segurança do Trabalho
E-mail asmsmiguel@gmail.com

Sua mensagem foi enviada. Responder
rodolfo klafke para Miguel

Oi Miguel, tudo bem?

Achei de grande sabedoria a frase de nossa presidenta.
Ela é direcionada para alguns grupos do PT e alguns da base aliada (todos
sabem disso) que não aceitam as abordagens investigativas, principalmente,
aquelas que os atrapalham nos seus projetos nocivos a nação ou,
até mesmo, os levarem a cadeia. Por varias vezes estes grupos tentaram
amordaçar a imprensa livre através de projetos de lei, criando uma censura
disfarçada para atingir os principais meios de comunicação, tais como a
Veja e a Folha de São Paulo.
As tentativas de recriarem a censura, com outro nome é claro, ocorreram
por duas vezes na atual democracia, no governo Collor e no governo Lula.
Foram derrotadas felizmente.
Para melhor identifica-los, estes grupos, são simpatizantes dos principais
amordaçadores do mundo atual, que possuem projetos eternizantes de
poder. São eles Hugo Chaves, Fidel Castro, Muamar Khadafi entre
poucos outros em extinção.

Como você disse - A DEMOCRACIA agradece.

Saudades daqueles nossos papos, religiosos e políticos.
Rodolfo.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Onde estou?

O melhor lugar do mundo é aqui ... ,

talvez ali onde estarei daqui um pouco,

e, oque estou esperando ...

fui.

Assim, eu vou,

ziguezagueando como uma abelha,

Entre flores e os espaços de um jardim.