Recém vindo de São João de Camaquã, José Theodoro Pereira, (1893 -1895: revolta federalista no Rio Grande do Sul)
assume a função de chefe de polícia da Villa de Santa Bárbara da Encruzilhada, distrito de Rio Pardo, graças a um bom relacionamento com a população local.
Tinha um compromisso, o de acabar com as tocaias promovidas por bandidos nos caminhos de Encruzilhada, compromisso esse que honrou, com a prisão do mais temido bandido da época. Este dormia na casa de uma amante que, ela, em combinação com o Theodoro, o avisou da sua presença. Theodoro foi efetuar a prisão do salteador sozinho, apesar de um de seus soldados ficar na espreita por solicitação dele. Quando abordou o indivíduo, que dormia com os pés para a porta, manifestou um princípio de reação querendo pegar a espada pendurada na cabeceira da cama mas, rendeu-se diante do revolver da autoridade. O caso ficou conhecido na vila como o bandido de cuecas, porque Theodoro nem sequer, deixou-o vestir as bombachas, o conduzindo desta forma para a cadeia. (Gumercindo ao lado de Aparício, ambos ao centro, na Revolução Federalista 1894)
Sentado junto aos degraus da entrada da cadeia, ficava, diariamente, (+-1894) a esperar a passagem de uma jovem estudante que a ele lançava olhares agradáveis aos seus sentimentos de homem solteiro. A aproximação entre os dois foi decisiva para começarem uma estória de amor que frutificou em vários filhos, dentre eles 4 irmãs, que muito deu o que falar.
Imagine, Maria Amabilia Rodrigues, que estudou bastante para a época, casando com um caboclo, de fala fina quando ficava brabo e que nunca frequentou escola, não teve uma boa aceitação de seus pais, tanto que, mais tarde, as terras que recebeu de herança eram direcionadas aos filhos com usufruto da Amabilia.
Nasce Dulce Brasilina Pereira a Dedé em 3 de fevereiro 1895.
Com a chegada do novo delegado enviado de Porto Alegre que veio para substituí-lo, Theodoro foi trabalhar na companhia Locomotora Encruzilhadense, diligência que fazia a troca de correspondências e passageiros entre a vila e a cidade de Rio Pardo. Diligência de tração a quatro cavalos andava a uma velocidade média de 16 km/h e os cavalos eram trocados em Pântano Grande numa estalagem junto ao importante cruzamento. Um caso que mostrou um pouco da sua personalidade foi o de atender a encomenda de um cavalo para o padre de Encruzilhada, ficou em falta a “marca” para o animal, esta dava credibilidade à origem do cavalo. Toda vez que Theodoro chegava a cidade em sua diligência, lá vinha o padre cobrar-lhe a tal “marca”. Cansado de tanto esquecimento do pedido do padre, o Theodoro, num rompante desabafo, tremendo o queixo, disse: “Já que queres tanto esta marca, levante a cola do cavalo que lá a encontrará!”
Por volta de 1897 nasce a segunda filha de meus bisavós, Olinda Pereira,
Nasce Aristeu Pereira em aproximadamente 1899.
Nasce Ondina Pereira em aproximadamente 1900.
Nasce Eraclides Pereira.
Nasce Lauro Pereira em aproximadamente 1905.
Nasce Bárbara Glací Pereira 25 setembro 1909, nome Bárbara recebido em homenagem a Santa que emprestava o nome a vila.
Com os filhos já crescidos (+-1918), a família, foi morar na fazenda das Pederneiras localizada perto da estação de Pederneiras, antiga estação de trem que foi inaugurada em 1883 para atender esta importante fazenda da região. A estrada de ferro que era linha tronco da VFRGS se estendia até Uruguaiana.
A fazenda que pertenceu a Inocêncio Veloso Pederneiras, falecido em 1891, tinha uma grande estrutura com muito trabalho, a Amabilia que alem de coordenar os trabalhos das empregadas da casa também alfabetizava as crianças. Os homens foram trabalhar na roça.
Olinda, que desde pequena era chamada de Olindinha, conheceu o Faustino Batista, homem da roça, com quem se casou e não tendo filhos biológicos o casal adotou quatro crianças, um casal de sobrinhos órfãos da irmã de Faustino e outro casal de crianças da raça negra.
A Dulce foi estudar em Porto Alegre onde cursou odontologia.
Ondina conheceu o Adão Mohr originário de Caçapava do Sul e formaram uma família com seis filhos, sendo que cinco nasceram em Encruzilhada e a mais nova em Canoas. Os três filhos homens faleceram em Canoas.
Adão era construtor, um pedreiro muito criativo, tinha facilidades para adestrar animais e criou coelhos em galerias de tijolos em baixo da terra. Tinha também habilidades com baralho de cartas em que fazia mágicas com ilusionismos. Certa vez impressionou o sobrinho Ramão com os comandos dados a um petiço em que o bicho respondia sim ou não, movimentando a cabeça após as perguntas efetuadas pelo Adão. Também, ensinou um cachorro a tomar o chapéu de pessoas que ele enticava, como uma forma de zombaria.
Vindo de Rincão Del-Rei para Encruzilhada, em 1923, Rodolfo Albino Klafke montou uma alfaiataria na vila, pois na localidade não havia outra, participava de uma banda com instrumento de sopro, talvez sax. Deixou para traz, em Rincão Del-Rei, pai, mãe e irmãos que lá tinham uma serraria e se distanciaram nos contatos. Neste ano, no estado do rio Grande do Sul, tivemos uma revolução em que Chimangos e Maragatos se confrontaram por onze meses. A população se dividia entre simpatizantes de um ou outro lado do conflito e, se mostravam, pela cor do lenço usado no pescoço.
O Rodolfo, tratado pelos próximos como “Alemão”, casou com a Bárbara Glací Pereira, “Bibinha”, ele quatorze anos mais velho que a jovem esposa deu início a uma prole de 12 filhos, seriam 13 se o primeiro não fosse natimorto. Este primeiro, ao nascer, deixou revolta na cabeça da irmã mais velha, a Dedé, então com 32 anos, bem aculturada, não aceitou as manhas da parturiente que levou para a cama natalina o papagaio e o gato de estimação para consolá-la das dores do parto. No segundo parto, o do Ramão, a Dedé foi enérgica com a Bibinha e não deixou as manhas correrem soltas, dando prioridades ao bebê que estava vindo ao mundo, com isso, em que tudo correu bem, o reconhecimento do casal foi o convite a Dedé para ser madrinha de batismo do recém nascido. De par com a Dedé o padrinho do Ramão foi o Memé, primo da Dedé e, por serem solteiros, houve incentivos sutis para que os dois namorassem, o que não se criou. Memé muito “pão-duro” deu um presente somente, para o afilhado, que em um dia, incentivado pela Bibinha esteve em seu armazém para umas comprinhas e se fazer lembrar para o padrinho que era véspera de Páscoa, ganhou uma cestinha de açúcar colorido, aquela do tamanho de um ovo de galinha que vinha enrolada em papel celofane. Acho, que esses tipos de cestinha existem até hoje, este, foi o único reconhecimento de padrinho para com o afilhado.
Na infância dos filhos da Bibinha, Encruzilhada não tinha água encanada, a água era buscada na Fonte do Pedroso que ficava a uns 100 metros aos fundos da casa, lá também se abasteciam os pipeiros ou aguadeiros que vendiam a água pela cidade em suas pipas puxadas a burros.
Dizia o poeta: “quem bebeu desta fonte, daqui não sai mais não, e quem não pode ficar, guarda a serra no coração”.
Acreditava-se também que beber a água da fonte, para as moças solteiras, logo encontrariam o casamento.
Disse-me o Ramão que a nascente que abastecia a cacimba ficava em um emaranhado de “unhas-de-gato” que daí a água era conduzida por um duto de tijolos, cobertos, para a fonte, esta, tinha uma torneira, que ficava normalmente aberta e despejava em uma cuba no chão que transbordava por um rasgo indo o excedente para um banhado.
A Dulce atuando como dentista nas fazendas da região estava se realizando financeiramente e, solteira, empregava o dinheiro em bens que beneficiavam a mãe, irmãs e irmãos. Na rua Cel Teodoro Pereira, a Dedé adquiriu um terreno que construiu três casas, uma ao lado da outra, da direita para a esquerda, a primeira para si, no meio para a Bibinha que já tinha filhos e a terceira para a mãe que era viúva. Entre a casa da mãe e a da Bibinha tinha uma fração de aproximadamente 8 metros de terreno livre. A Amabilia, como boa avó que era, assumiu para si a criação do Ramão, então com 7 anos (1934), pois tinha renda própria proveniente do arrendamento das terras herdadas de seu pai, em usufruto, que lhe rendiam 900 mil reis (900$000) anuais. Como referência, o salário mínimo mensal, para os estados mais pobres, que foi instituído em 1938 era de 90 mil reis mensais (90$000).
A Dedé seguia atendendo os serviços dentários percorrendo as fazendas entre Encruzilhada e Caçapava que para isso adquiriu um Ford T, conhecido como Ford Bigode devido ao formato das duas alavancas dispostas à esquerda e a direita do volante. Não sabendo dirigir, era auxiliada por alguns conhecidos, que sabendo dirigir, a conduzia no atendimento aos seus pacientes. O fim do Ford Bigode foi a troca dele por uma “ponta de gado”, mais ou menos 30 terneiros que foram colocados nas terras da mãe.
Nestes tempos, a Dedé foi morar em Caçapava onde montou um gabinete de dentista (era assim chamado os consultórios odontológicos) e morar no mesmo prédio aos fundos. Dedé conheceu Alcides Ilha Fonseca, natural de Dom Pedrito, então, escrivão da Coletoria Federal que morava quase em frente a sua casa, ao lado do cinema (antes do cinema Lux). O conhecimento se deu através da sua esposa que necessitou dos préstimos odontológicos da Dedé. Com a viuvez do Alcides, ele veio a interessar-se pela dentista que aceitou casar com ele em 1937. Dedé, ficou grávida da sua primeira e única filha com 39 anos e, a Amabília, foi a Caçapava para ajudá-la na gestação e o parto da filha. Como o Ramão era inseparável da avó, foi junto morar em Caçapava na casa da sua madrinha, ficaram por lá até a mudança da Dedé e do Alcides para Caí (desde 1938 o município de São Sebastião do Cahí passou a se chamar Caí retornando ao nome anterior em 1958). Alcides foi promovido a Coletor Federal de Caí assumindo a vaga de seu antecessor que havia falecido. A nomeação foi feita pelo então Presidente da República Getulio Vargas.
Em 1945, quando a Lurdinha, filha do casal, tinha 7 anos o Alcides faleceu de enfarto, tomando banho. Cabe registrar, com a sua morte súbita, o interventor que veio o substituir, encontrou a documentação impecavelmente organizada e sem pendências que, com isso, deixou uma imagem de um homem exemplar para a Coletoria.
Com a viuvez da Dedé a Amabilia foi novamente morar com a filha e, novamente o Ramão foi junto. Em pouco tempo mudaram-se para Esteio, na hoje, Av. Presidente Vargas e, o Ramão foi servir à pátria no quartel 19RI de São Leopoldo entre 1947 e 1948. Recém dado baixa do quartel, o Ramão perde a avó em 1949 entristecendo ele, a madrinha e a neta que moravam juntos. Ramão, usando o “fumo-de-luto”, assim se chamavam a tarja preta colocada na manga da camisa, simbolizando perda de ente querido, conhece a Eriga Koch em São Leopoldo, nas idas e vindas na rua Grande.
Jornal "A Federação" - 21 de novembro de 1918.
Descrição:
Em Caçapava
Está grassando na cidade a gripe epidemica (Influenza espanhola), da qual tendo aparecido o primeiro caso na semana passada tem-se propagado rapidamente, felizmente de fórma muito benigna.
Ha na cidade mais de cincoenta casos, cujos moradores estão atacados de influenza.
Alguns dos grippados, porém, já se acham em vias de franco restabelecimento.
Em diversos pontos do municipio têm apparecido casos de influenza.
O coronel Balthazar de Bem e Canto, intendente do municipio, com o fim de evitar a maior difusão da epidemia, resolveu instituir as visitas domiciliares para ser feita a inspeção relativa as limpezas dos pateos e quintaes. Ficará esse serviço a cargo dos empregados municipais srs. Valeriano Rodrigues Teixeira, Alcides Ilha da Fonseca, Alcides de Oliveira e João francisco de Souza.
Foi publicado um boletim da Intendência Municipal avisando a população da pratica daquella providencia e concitando os habitantes a auxiliarem a acção do governo municipal.
Aqui contém a opinião sobre os mais variados assuntos veiculados na midia. Política, ética, segurança, qualidade de vida, álbum de fotos, indignações, biografia de uma mulher avançada fora de seu tempo, genealogia.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Liderança na América Latina
O nosso país está levando sorte em relação a maré de populismo que está se abatendo sobre a América Latina. Chaves, “O bolivariano”, tem influenciado alguns líderes de governos e sindicalistas ávidos por poder a qualquer custo. A trajetória percorrida até o momento, pelo mandatário venezuelano, faz lembrar o acesso de Hitler ao poder em que foi através da democracia que ele conquistou poder suficiente para alterar a constituição e ganhar vitaliciedade no mando do seu país. Claro que para isso precisou amordaçar a imprensa e, Chaves, não está fazendo diferente. No Brasil, a influência bolivariana fica restrita a poucos simpatizantes não declarados de segundo escalão, por serem inseguros e vacilantes, só se declaram indiretamente.Já dá pra definir que o avanço da ideologia “bolivariana”, que pouco tem haver com Simón Bolívar, esbarrou nas aspirações do presidente Lula que, está mais bem sucedido em sua política externa de liderança neste lado da América. Veja, as afrouxadas dadas nos impasses com a Bolívia, Equador e Paraguai, o que traz de simpatias ao Presidente Lula, nestes paises, ocasionando prejuízos a empresas brasileiras e lucros a empresas do outro lado das nossas fronteiras. O lado bom disso é que o Brasil ganha liderança em relação a Hugo Chaves, que também faz cortesias com dinheiro publico, tentando levar adiante seu claro objetivo de trazer de volta a Gran-Colombia. Como dito no início, estamos levando sorte, sorte pela personalidade democrática do nosso presidente, que se fosse seduzido pela popularidade que tem, mais a ala esquerdista existente no seu e outros partidos que lhe apóiam poderia aderir a campanha do 3º mandato, o que não o fez, não por seu desapego ao poder, mas acho sim, por considerar o “chavismo” ultrapassado.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Proibido estacionar clientes

Nossos administradores públicos, no mais alto espírito corporativista, não permitem que os usuários (clientes) dos órgãos públicos estacionem nas áreas, muitas vezes criados para este fim, como se o órgão fosse dos funcionários. Malditas placas “Estacionamento só para funcionários” se proliferam de norte a sul do país. Claro, eles também têm direitos a estacionamento seguro e próximo ao trabalho, mas não com esta vantagem sobre os contribuintes, mesmo porque, muitos têm transporte da empresa ou recebem VP. Há casos em que o projeto arquitetônico não contempla estacionamento para clientes ou que o prédio é muito antigo e não existiam na época tantos carros, isso deve mudar.
O prédio da PF de Natal é moderno e recente e ta lá a plaquinha. Um estacionamento folgado para os funcionários, humilha o visitante que tem de estacionar longe e confiar nos “flanelinhas”. Isso se estende pelo Brasil a fora e, em hospitais também.
O prédio da PF de Natal é moderno e recente e ta lá a plaquinha. Um estacionamento folgado para os funcionários, humilha o visitante que tem de estacionar longe e confiar nos “flanelinhas”. Isso se estende pelo Brasil a fora e, em hospitais também.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Carta à Veja
CULTURA DA PEDOFILIA
Indignação eterna. Acho que não vai acabar nunca e, não é a primeira vez, que pedófilos ficam silenciosamente protegidos pelo corporativismo das “corporações” onde eles estão abrigados, dando a impressão que seus colegas estão comprometidos moralmente. Será que não estão?
Rodolfo Klafke
Rua Emilia Silva, 334
São José
Sapucaia do Sul/RS
CEP 93218-160
Rodolfo.klafke@gmail.com
Rg: 3860561-5 SSP/PR
(51)3474-5031
Indignação eterna. Acho que não vai acabar nunca e, não é a primeira vez, que pedófilos ficam silenciosamente protegidos pelo corporativismo das “corporações” onde eles estão abrigados, dando a impressão que seus colegas estão comprometidos moralmente. Será que não estão?
Rodolfo Klafke
Rua Emilia Silva, 334
São José
Sapucaia do Sul/RS
CEP 93218-160
Rodolfo.klafke@gmail.com
Rg: 3860561-5 SSP/PR
(51)3474-5031
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Futurologia
gostaria - 2009 Eleição: Aécio Neves o próximo Presidente. (para 2010) ERREI
temor - 2009 Guerra: Bomba atômica covardemente jogada em cidade densamente povoada no oriente médio. (para 2011) ERREIlamentável - 2009 Honduras: Manuel Zelaya volta ao poder em grande estilo, estilo Hugo Chaves. (para 2011) ACERTEI!
merecem - 2009 EUA: Classe média se estabiliza mais pobre no pós crise. (para 2011) ACERTEI!
lamentável - 2009 Petrobrás: Hugo Chaves não honrará contrato de 40% de participação nos investimentos de construção da Refinaria Abreu e Lima. Será perdoado no estilo "Bolivia-gás" "Paraguai-Itaipú". (para 2010-2011) ACERTEI!
tanto faz - 2009 Governo do RS: PT volta com Tarso Genro. (para 2011) ACERTEI!
bom - 2010 Barack Obama: se reelege em 2012. (para 2012)ACERTEI!
tanto faz - 2010 Bin Laden: morre assassinado em uma traição. (para 2011) ACERTEI!
que pena - 2010 Africa do Sul: Brasil não ganha a copa de 2014. Será um país que ganhará pela primeira vez. (para 2014) MEIO ACERTO
tomara - 2010 A presidente Dilma fará em 2011 um governo austero para compensar gastos excessivos dos últimos anos. (para 2012) MEIO ACERTO
que bom - 2010 As UPP's das favelas do Rio de Janeiro servirão de modelo para outros estados e paises da América latina. (para 2012) ERREI
tragédia - 2010 Tsunami na América Central destroi muitas cidades com milhares de mortes (2012)
ERREI
até que enfim - Governo Dilma reconhece que o desenvolvimento econômico ocorrido no governo Lula teve como origem o austero programa de estabilização (Plano Real) ocorrido no governo Fernando Henrique. (para 2011/12) MEIO ACERTO
isso prejudica - 2011 Greve no judiciário leva a confronto com o governo. Processos ficam parados por 3 meses. (para 2012/2014) ERREI
vai doer - Novo vírus mutante surge na Ásia dizimando populações. (para 2012/2014) ERREI
imóveis - O valor dos imóveis vão cair para a metade de seus preço. Estouro da "bolha" (para 2015)MEIO ACERTO
Dilma - Se reelege (em 2014)ACERTEI!
sábado, 24 de janeiro de 2009
Lula deu continuidade
Realmente, Lula é um sucesso. O susto, de que o PT estava chegando ao poder, em 2002, fez a economia do país, despencar, nos poucos meses precedentes a posse do novo governo. Parecia que as antigas promessas de retalhamento aos preceitos econômicos em voga, como reversão as privatizações, “tapar a boca” da grande imprensa, socializações no estilo do Leste europeu e outras ameaças estavam por acontecer. Nenhum destes temores aconteceu.
Realmente, Lula é um sucesso. Sua popularidade batendo recorde sobre recorde, hoje em 70%, acendendo, de tempos em tempos, de uma forma sustentável. Vários motivos a isso são atribuídos, mas acho que o mérito é da pessoa dele que com simplicidade vai dando o recado e construindo sua história. Os dois melhores recados, quanto às questões ideológicas, citados pelo Presidente foram “Se você conhecer uma pessoa idosa esquerdista é porque está com problema. Se acontecer de conhecer alguém muito novo de direita é porque também está com problema” o outro recado foi “o socialismo não é uma inevitabilidade”.A continuidade do programa de estabilização econômica (plano Real), que foi palco de tantas críticas do antigo PT, foi até melhorado, quanto, principalmente, a austeridade fiscal e superávit primário.
Realmente, Lula é um sucesso. Sua popularidade batendo recorde sobre recorde, hoje em 70%, acendendo, de tempos em tempos, de uma forma sustentável. Vários motivos a isso são atribuídos, mas acho que o mérito é da pessoa dele que com simplicidade vai dando o recado e construindo sua história. Os dois melhores recados, quanto às questões ideológicas, citados pelo Presidente foram “Se você conhecer uma pessoa idosa esquerdista é porque está com problema. Se acontecer de conhecer alguém muito novo de direita é porque também está com problema” o outro recado foi “o socialismo não é uma inevitabilidade”.A continuidade do programa de estabilização econômica (plano Real), que foi palco de tantas críticas do antigo PT, foi até melhorado, quanto, principalmente, a austeridade fiscal e superávit primário.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Chow chow “gene mau” nunca mais
Originários da China, onde lá são conhecidos há mais de 2000 anos, há relatos de que povos Hunos, Mongóis e Tártaros tenham utilizado estes cães durante combates em guerras, em caça ou para guarda de templos.
Após ter em casa alguns chow chow’s, aprendi que existem dois tipos destes cachorros, um, dócil e bem doméstico e, outro, de instinto selvagem insensível a convivência do lar. Por isso, algumas pessoas proprietárias de Cc’s, os definem de comportamentos contraditórios, umas falando de suas docilidades e outras nos alertando sobre os perigos de ataque aos próprios donos. Claro, são dois comportamentos bem distintos, em pesquisas na Internet não achei nada sobre estas características, sempre as definições são gerais, como se a raça transmitisse aos descendentes comportamentos padrão as ninhadas de filhotes e, não é assim.
Em uma ninhada, mesmo com “pedigree” dos pais, confiável em relação aos antecedentes raciais, sai filhotes de gene bom (dócil e domestico) e de gene mal (selvagem e ataca o próprio dono).
Tenho o conhecimento de acidentes com pessoas próximas a mim, e que, poderiam ser evitados, se soubéssemos sobre o gene mau de alguns cachorros desta raça. Como reconhecer? É muito fácil, o gene mau é quase insensível aos afetos do dono, é frio, só corresponde quando visa uma vantagem evidentemente egoísta. Abana pouco o rabo é muito ágil e caçador, predador de ratos, gatos, gambás ou qualquer animal ao seu alcance. Gosta muito de liberdade; sair a rua, por exemplo. Está, sempre atento aos menores ruídos e, predominantemente, machos. Enquanto, os descendentes de genes bons são menos predadores, abanam mais demoradamente o rabo, correspondem mais sensivelmente aos afetos e carinhos, são menos atentos e, do gênero, fêmea.
Dos casos que tomei conhecimento, o ataque é feito a adultos, seus donos e, de uma forma muito feroz, de grave conseqüência. Encontrei uma estatística americana relativas aos rottweiller e pit bull, que foram ainda mais decepcionante, 70% dos ataques dessas raças são a crianças, enquanto, nos cinco casos próximos a mim relativas aos Cc’s foram somentes a adultos, seus próprios donos.
Após ter em casa alguns chow chow’s, aprendi que existem dois tipos destes cachorros, um, dócil e bem doméstico e, outro, de instinto selvagem insensível a convivência do lar. Por isso, algumas pessoas proprietárias de Cc’s, os definem de comportamentos contraditórios, umas falando de suas docilidades e outras nos alertando sobre os perigos de ataque aos próprios donos. Claro, são dois comportamentos bem distintos, em pesquisas na Internet não achei nada sobre estas características, sempre as definições são gerais, como se a raça transmitisse aos descendentes comportamentos padrão as ninhadas de filhotes e, não é assim.
Em uma ninhada, mesmo com “pedigree” dos pais, confiável em relação aos antecedentes raciais, sai filhotes de gene bom (dócil e domestico) e de gene mal (selvagem e ataca o próprio dono).
Tenho o conhecimento de acidentes com pessoas próximas a mim, e que, poderiam ser evitados, se soubéssemos sobre o gene mau de alguns cachorros desta raça. Como reconhecer? É muito fácil, o gene mau é quase insensível aos afetos do dono, é frio, só corresponde quando visa uma vantagem evidentemente egoísta. Abana pouco o rabo é muito ágil e caçador, predador de ratos, gatos, gambás ou qualquer animal ao seu alcance. Gosta muito de liberdade; sair a rua, por exemplo. Está, sempre atento aos menores ruídos e, predominantemente, machos. Enquanto, os descendentes de genes bons são menos predadores, abanam mais demoradamente o rabo, correspondem mais sensivelmente aos afetos e carinhos, são menos atentos e, do gênero, fêmea.
Dos casos que tomei conhecimento, o ataque é feito a adultos, seus donos e, de uma forma muito feroz, de grave conseqüência. Encontrei uma estatística americana relativas aos rottweiller e pit bull, que foram ainda mais decepcionante, 70% dos ataques dessas raças são a crianças, enquanto, nos cinco casos próximos a mim relativas aos Cc’s foram somentes a adultos, seus próprios donos.
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