sábado, 24 de janeiro de 2009

Lula deu continuidade

Realmente, Lula é um sucesso. O susto, de que o PT estava chegando ao poder, em 2002, fez a economia do país, despencar, nos poucos meses precedentes a posse do novo governo. Parecia que as antigas promessas de retalhamento aos preceitos econômicos em voga, como reversão as privatizações, “tapar a boca” da grande imprensa, socializações no estilo do Leste europeu e outras ameaças estavam por acontecer. Nenhum destes temores aconteceu.
Realmente, Lula é um sucesso. Sua popularidade batendo recorde sobre recorde, hoje em 70%, acendendo, de tempos em tempos, de uma forma sustentável. Vários motivos a isso são atribuídos, mas acho que o mérito é da pessoa dele que com simplicidade vai dando o recado e construindo sua história. Os dois melhores recados, quanto às questões ideológicas, citados pelo Presidente foram “Se você conhecer uma pessoa idosa esquerdista é porque está com problema. Se acontecer de conhecer alguém muito novo de direita é porque também está com problema” o outro recado foi “o socialismo não é uma inevitabilidade”.A continuidade do programa de estabilização econômica (plano Real), que foi palco de tantas críticas do antigo PT, foi até melhorado, quanto, principalmente, a austeridade fiscal e superávit primário.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Chow chow “gene mau” nunca mais

Originários da China, onde lá são conhecidos há mais de 2000 anos, há relatos de que povos Hunos, Mongóis e Tártaros tenham utilizado estes cães durante combates em guerras, em caça ou para guarda de templos.
Após ter em casa alguns chow chow’s, aprendi que existem dois tipos destes cachorros, um, dócil e bem doméstico e, outro, de instinto selvagem insensível a convivência do lar. Por isso, algumas pessoas proprietárias de Cc’s, os definem de comportamentos contraditórios, umas falando de suas docilidades e outras nos alertando sobre os perigos de ataque aos próprios donos. Claro, são dois comportamentos bem distintos, em pesquisas na Internet não achei nada sobre estas características, sempre as definições são gerais, como se a raça transmitisse aos descendentes comportamentos padrão as ninhadas de filhotes e, não é assim.
Em uma ninhada, mesmo com “pedigree” dos pais, confiável em relação aos antecedentes raciais, sai filhotes de gene bom (dócil e domestico) e de gene mal (selvagem e ataca o próprio dono).
Tenho o conhecimento de acidentes com pessoas próximas a mim, e que, poderiam ser evitados, se soubéssemos sobre o gene mau de alguns cachorros desta raça. Como reconhecer? É muito fácil, o gene mau é quase insensível aos afetos do dono, é frio, só corresponde quando visa uma vantagem evidentemente egoísta. Abana pouco o rabo é muito ágil e caçador, predador de ratos, gatos, gambás ou qualquer animal ao seu alcance. Gosta muito de liberdade; sair a rua, por exemplo. Está, sempre atento aos menores ruídos e, predominantemente, machos. Enquanto, os descendentes de genes bons são menos predadores, abanam mais demoradamente o rabo, correspondem mais sensivelmente aos afetos e carinhos, são menos atentos e, do gênero, fêmea.
Dos casos que tomei conhecimento, o ataque é feito a adultos, seus donos e, de uma forma muito feroz, de grave conseqüência. Encontrei uma estatística americana relativas aos rottweiller e pit bull, que foram ainda mais decepcionante, 70% dos ataques dessas raças são a crianças, enquanto, nos cinco casos próximos a mim relativas aos Cc’s foram somentes a adultos, seus próprios donos.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Uma boa do Lula

"Se você conhece uma pessoa muito idosa esquerdista, é porque está com problema" [risos e aplausos]. "Se você conhecer uma pessoa muito nova de direita, é porque também está com problema", afirmou o presidente depois de receber o prêmio "Brasileiro do Ano" da revista "IstoÉ".

sábado, 3 de janeiro de 2009

INVEJA OU ADMIRAÇÃO

Qual a diferença? ... não tem... o que tem são efeitos diferentes nos diferentes seres humanos. Uns, admiram aqueles ou aquelas bem sucedidas pessoas ou instituições, sim, instituições também, e se manifestam com o que têm em sua alma, inveja ou admiração. Este sentimento vem lá do fundo de si, aflorar de formas estranhas, sendo, as que mais possam prejudicar é a calunia. Vejam o que estes sofredores admiradores desvirtuados, fazem. A calunia é o principal meio favorito dos invejosos de atingir os admiráveis, mas tem muitas outras formas de tentar satisfazer sua dor em sua alma estranha, como, criar ou adaptar piadas para diminuir a imagem do invejado, a gente vê muito isso em arquivos de PP veiculando em emails.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Um curitibano como eu

Ele foi com 7 anos para Curitiba e eu com 27. Não moro mais nesta cidade, mas, o que o TEZZA escreveu abaixo é o que penso desta bela capital.

• A presença de Curitiba
Curitiba é muito forte em meus livros. A cidade tem algumas peculiaridades: não tem carnaval, as pessoas gostam de filas, são mais reservadas, aqui temos 3 ou 4 amizades que duram 40 anos; é uma cidade mais densa, mais resistente. Aqui, você fica fora da vida literária. Há muitas vantagens de se viver em Curitiba. A cidade também te dá muitos desafios: se você não sair de Curitiba como escritor, você está morto, você não existe no mundo; é preciso ser editado no Rio e São Paulo. Somos uma espécie de gauleses, isolados, irredutíveis. Não há contato, troca permanente. Curitiba tem uma particularidade muito daqui mesmo e tem um certo fio que é comum no Dalton, um certo olhar crítico, corrosivo, uma certa impiedade na crítica, um certo sentimento de desamparo, uma certa idéia de solidão, a idéia de estranheza ao lugar em que está. A cidade é intimista e nos fecha para dentro de casa. Curitiba funciona muito com mitos para se esconder neles. Curitiba é uma invenção do Jaime Lerner que vai fazer 40 anos. Uma boa invenção. A cidade ganhou uma certa marca muito bem trabalhada como marketing, conhecida mundialmente. Uma vez, estava em Roma e um engenheiro italiano me disse: "que maravilha, você mora na terceira melhor cidade em qualidade de vida do mundo". A cidade está oculta nessa marca. Quando cheguei a Curitiba, aos 7 anos de idade, a cidade não tinha nenhuma marca; era conhecida vagamente como "cidade universitária". Tinha também uma coisa muito engraçada: era chamada de "cidade sorriso". O slogan da cidade era esse. Já o curitibano é muito obediente. Eu me lembro de uma coisa divertida sobre o uso do cinto de segurança. Houve uma época que ninguém era obrigado a usá-lo. Curitiba foi uma das primeiras cidades a exigir o uso do cinto de segurança pelos motoristas. No dia seguinte à lei, metade da cidade o estava usando. Um mês depois em Porto Alegre, teve uma passeata em frente à Câmara Municipal para protestar contra aquele arbítrio que queria obrigar as pessoas a usar cinto de segurança. Era uma questão política. E no Rio de Janeiro, os camelôs estavam vendendo camiseta branca com o cinto desenhado. Então, são três maneiras de ver a questão. Se Curitiba baixa um decreto, você vai obedecer. Este é um traço da cidade. Você sai daqui e acha tudo bagunçado, quer voltar logo para Curitiba. Pegar um ônibus em Florianópolis, por exemplo, é uma tragédia. Aqui, é tudo organizado. Briguei muito com estes traços de Curitiba. Mas desisti. Hoje, sou um curitibano integrado. A cidade venceu.
CRISTOVÃO TEZZA

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Os corruptos não acham que são corruptos

Eles, acham sim, que são injustiçados por uma imprensa ideológica, que os denunciantes fazem isso em troca de moedas, que é inveja, negam evidências, todos os atuais seguem a linha de Maluf, negar até o fim e, quando o fim chegar, continuar negando. Isso dá voto. Acho que José Dirceu e Renan Calheiros continuarão bons de voto.